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terça-feira, 1 de outubro de 2019

PASTORES NO ARMÁRIO

Imagem: Pixabay

Os pastores (e outros líderes) inclusivos que ainda não “saíram do armário”, por causa de sua dissimulação — muitos até travestidos de conservadores —, são um enorme perigo porque que agem de modo articulado e estratégico, quase que imperceptivelmente, para desconstruir valores e apresentar às suas igrejas, por meio de um discurso suave e “contextualizado”, um “evangelho” palatável e adequado às suas convicções e intenções sórdidas.



PASTORES NO ARMÁRIO



Pr. Cleber Montes Moreira

Tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder.” (2 Timóteo 3:5 — NVI).


A expressão “sair do armário” é tradução da gíria americana “come out of the closet”, que teria surgido a partir de outras duas expressões. Nos séculos 19 e 20, “come out” (“sair”, “surgir”, “se revelar”) era usado quando os pais organizavam os famosos bailes de debutantes que serviam para apresentar as adolescentes à sociedade. Era nestas festas de quinze anos que as meninas “se revelavam” adultas. Já a expressão “skeletons in the closet” (“esqueletos no armário”) era usada como sinônimo de algum segredo vexaminoso. Foi assim que “come out of the closet” passou a ser uma metáfora para aqueles que assumiam a homossexualidade, ou, como se diz hoje em dia, a sua “orientação sexual” ou “identidade de gênero”.

Creio que “sair do armário” seja uma expressão também adequada para ser usada em relação àqueles que resolveram sair do “armário teológico”, ou seja, abandonaram a teologia conservadora e as interpretações bíblicas históricas e assumiram publicamente outras convicções. Muitos líderes e autoridades religiosas — teólogos, pastores, padres etc. — têm trocado a fé tradicional pela chamada Teologia Inclusiva. Adotaram um novo posicionamento em relação a temas como pecado, arrependimento, novo nascimento, amor, justiça etc., e passaram a sustentar um discurso complacente em relação a certos valores e comportamentos. Algumas práticas antes consideradas pecaminosas agora são aceitas como sendo normais, dentre elas comportamentos (ou “orientações”) sexuais alternativas ao padrão tradicional. Para fundamentar “biblicamente” tais padrões resolveram ignorar, revisar ou ressignificar certos textos bíblicos e estabeleceram uma nova hermenêutica em que a Bíblia passou a ser interpretada não mais a partir da perspectiva de Seu Autor, mas das experiências, anseios e conveniências humanas. Eles passaram a fazer a “leitura pública da Bíblia” que consiste em sua interpretação a partir de certos grupos sociais: LTGBTs, mulheres (feministas), negros, indígenas e outros, sempre tratando de adequar os “mandamentos” às suas demandas. Certos textos, principalmente dentre os escritos paulinos, passaram a ser considerados “interditivos” de mulheres e homossexuais. Por esta nova leitura a Palavra de Deus deixou de ser normativa, e assumiu posição de submissão à Teologia Inclusiva para servir às suas finalidades.

Estes pastores que saíram do armário teológico, porque adotaram uma postura “politicamente correta” têm encontrado espaço na mídia e atraído multidões. Para os pecadores nada melhor que este “evangelho” que ao mesmo tempo em que autoriza o viver na carne aplaca suas consciências em relação a Deus. É como se a Nicodemos não tivesse sido dito “que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (João 3:3), nem à mulher adúltera “vai-te, e não peques mais”, (João 8:11), ou que João Batista e Jesus não tivessem iniciado seus ministérios com uma exortação ao arrependimento (Mateus 3:3; 4:17), ou ainda que não houvesse nas Escrituras nenhuma exigência à santidade, porque à luz desta teologia, como seus expoentes ensinam, o único pecado é “não amar”.

Muitos pastores que têm saído do armário teológico expõem suas ‘convicções inclusivas’ a partir de seus púlpitos e por meio de todas as mídias possíveis; escrevem livros, promovem congressos e festivais, criam páginas e blogs onde publicam seus textos, coordenam movimentos etc. Geralmente investem e conseguem exercer grande influência sobre os mais jovens. Por isso muitas igrejas com perfil histórico se desviaram da Sã Doutrina, se desligaram ou foram desligadas de suas denominações, e passaram a interagir com outras igrejas e movimentos inclusivos. Outras ainda estão no rol de denominações históricas, mas sem compromisso doutrinário e teológico. É o caso de algumas igrejas onde pastores inclusivos, LGBTs, teólogos feministas, defensores do aborto, dentre outros, têm trânsito livre para pregar e ensinar.

Apesar da naturalidade como alguns pastores estão “saindo do armário” — de fato perderam a vergonha —, há outros que, mesmo abraçando tais convicções, não tiveram, ainda, a mesma coragem. Eles continuam no “armário teológico”. Alguns, talvez, estejam também naquele outro “armário”. Sei de pastores que não tendo assumido publicamente a Teologia Inclusiva procuram se cercar de ministros auxiliares (indicados por eles mesmos) e líderes inclusivos. Alguns encenam uma performance conservadora, porém agem sutilmente por meio de seu corpo de líderes para perverter a doutrina e desviar suas igrejas — tudo é uma questão de tempo. Por que eles continuam no armário? Talvez não haja uma única resposta, mas, provavelmente, por alguma conveniência ainda não tenham “se revelado”: porque estão numa zona de conforto, pastoreando boas igrejas e ganhando ótimos salários; porque ocupam cargos denominacionais e fazem de sua posição instrumento de militância (ainda que velada); porque não querem se indispor com líderes conservadores na igreja ou denominação; porque “ainda não é hora”; ou por outros motivos.

Os pastores (e outros líderes) inclusivos que ainda não “saíram do armário”, por causa de sua dissimulação — muitos até travestidos de conservadores —, são um enorme perigo porque que agem de modo articulado e estratégico, quase que imperceptivelmente, para desconstruir valores e apresentar às suas igrejas, por meio de um discurso suave e “contextualizado”, um “evangelho” palatável e adequado às suas convicções e intenções sórdidas. Tenham cuidado, “pois certos homens, cuja condenação já estava sentenciada há muito tempo, infiltraram-se dissimuladamente no meio de vocês. Estes são ímpios, e transformam a graça de nosso Deus em libertinagem e negam Jesus Cristo, nosso único Soberano e Senhor” (Judas 1:4 — NVI).

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

O JUGO DESIGUAL E A GERAÇÃO DE “FUSCOS”

Imagem: Pixabay


Jugo desigual: Luz e Trevas têm gerado muitos filhos, formando uma geração de fuscos



Pr. Cleber Montes Moreira

Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?” (2 Coríntios 6:14,15 — ACF)

Luz e Trevas viviam em guerra, e sempre travavam violentas batalhas. A Luz sempre usava as armas da Verdade, e por isso prevalecia contra as Trevas que tinham como principal instrumento a mentira. Não importando as estratégias das Trevas, todas as suas armadilhas, mordacidade, artimanhas, calúnias etc., a Verdade sempre vencia os combates.

Certa feita, num tempo de aparente trégua, enquanto as Trevas planejavam um novo ataque, a Luz começou a observá-las com olhar bondoso. Pensou se em toda aquela densa escuridão não haveria alguma virtude escondida, e que, talvez, as Trevas não fossem totalmente más. Após refletir por algum tempo sobre esta probabilidade, a Luz, cheia de boas intenções, aventou se aproximar das Trevas para conhecê-las melhor e, quem sabe, descobrir algo de bom até então encoberto.

Foi assim que a Luz, com sincera disposição, resolveu convidar as Trevas para um café. As Trevas desconfiaram do convite inusitado, mas, considerando o caráter íntegro da Luz, resolveram que aquela seria uma grande oportunidade. Então, numa noite muito escura — porque as Trevas fogem da Luz — ambas se encontraram. As Trevas foram com sua vestimenta habitual, mas a luz, para não afugentar as Trevas, vestiu-se toda de preto (da cabeça aos pés). Esta foi a primeira vez que a Luz usou aquelas roupas. Durante o café conversaram sobre vários temas, e decidiram que deveriam marcar outros encontros para dialogarem mais sobre suas diferenças — talvez pudessem por meio do respeito e do diálogo acabarem com as hostilidades. Desde então a Luz decidiu que, além de vestimentas que não ofendessem as Trevas, teria de usar outros instrumentos além da verdade, que deveria agir com mais amor e diplomacia, pois do contrário não haveria chance para a paz.

Outros encontros aconteceram, até que a Luz se encantou pelas Trevas. Inimigas históricas, agora Luz e Trevas não apenas se tornaram amigas, mas parceiras e, por fim, amantes. Não demorou muito e desta união nasceu o Fusco (lusco-fusco). No DNA características herdadas dos pais indicavam um ponto de equilíbrio entre as forças antes antagônicas: nem totalmente Luz, nem totalmente Trevas; nem totalmente verdade, nem totalmente mentira; nem totalmente bom, nem totalmente mau (…). O Lusco era o que faltava para dar ainda mais sentido àquele relacionamento.

Este “jugo desigual”, casamento entre Luz e Trevas (luz que não é luz) é uma realidade no meio religioso. Muitos evangélicos têm levantado a bandeira do “amor”, respeito e diálogo com os divergentes. Na mesa temas como aborto, ideologia de gênero, ingresso de LGBTs na membresia das igrejas, feminismo, teologia negra etc. Padres católicos, representantes afro religiosos, líderes islâmicos, dentre outros, falam em templos evangélicos. Pastores defensores da Teologia Inclusiva palestram em igrejas de denominações históricas, até então consideradas conservadoras. Faz pouco tempo que circulou nas redes sociais um convite para uma palestra de uma transexual numa igreja evangélica. Também, coisa recente, um pastor inclusivo, militante de um partido político radical, esteve pregando e divulgando seu livro numa igreja de uma denominação histórica. Nesta mesma igreja, também recente, uma pastora luterana, defensora do aborto, palestrou. Já não é incomum que apareçam em vídeos de campanhas religiosas (evangélicas) homens com aspecto feminilizado. Na semana passada, numa Faculdade Teológica de uma denominação conservadora, a pretexto de “diálogo inter-religioso”, aconteceu uma “aula esclarecedora” com um líder de uma religião que abriga grupos radicais que têm por “hobby” decapitar cristãos, isso sem falar no modo como tratam as mulheres e as crianças. As lideranças observam tais ocorrências passivamente, não sei se por indiferença, frouxidão, posicionamento politicamente correto, ou por alinhamento de convicções.

Pelo que vejo, Luz e Trevas têm gerado muitos filhos… Não são filhos da luz, mas filhos da Luz (que não é luz) com as Trevas (como se isso fosse possível). Uma geração de “fuscos” tem se formado, e é ela que, se nada for feito, estará à frente de seminários e faculdades confessionais, nas lideranças denominacionais, no pastoreio de jovens, de igrejas, e em outras posições estratégicas. E tudo isso enquanto aqueles que deveriam guardar as portas, a pretexto de respeito e “amor”, dialogam com inimigos sobre assuntos, princípios e doutrinas que deveriam ser inegociáveis.

2019-09-11

terça-feira, 30 de julho de 2019

NO FINAL, É A VERDADE QUE PREVALECE

Imagem: Pixabay




Pr. Cleber Montes Moreira


Há muita gente hipócrita criticando a “hipocrisia” dos outros. É notório que há hipocrisia no meio evangélico, assim como havia entre os religiosos judeus denunciados por Jesus (Mateus 15:7; 22:18 etc.), bem como sempre houve, há e haverá em todos os setores da sociedade. Porém, os hipócritas de hoje, longe do exemplo e da autoridade de Jesus, chamam hipócritas todos os que destoam de suas convicções, principalmente no campo político-ideológico. O seu modus operandi consiste em inverter a realidade: distorcem fatos, e utilizam aquela velha tática de acusarem os outros daquilo que eles fazem, e chamá-los do que são. É usando esta antiga estratégia que os hipócritas modernos rotulam de hipócritas, intolerantes, preconceituosos, racistas, fascistas, misóginos etc., seus discordantes, enquanto encenam defender minorias, lutar por justiça, liberdade, igualdade e militar pelo respeito a diversidade. Desavergonhadamente, atribuem aos outros características de seu próprio caráter, e comportamentos que lhes são peculiares, enquanto afirmam militar por aquilo que na prática contraria sua própria ideologia. Dizem defender a vida, mas querem a descriminalização do aborto, e negam o direito do cidadão de defender sua vida, sua família e propriedade, dentre outras coisas. Discursam em defesa da mulher enquanto exaltam feministas de sovacos peludos que exibem seus seios, defecam e urinam em público reivindicando “liberdade” e “direitos”. Dizem defender o pobre, o trabalhador, enquanto militam na política ao lado dos que dilapidam o erário causando o caos nos serviços públicos por falta de dinheiro; matando pessoas de fome, sucateando a saúde, a segurança, a educação e a economia. Proferem discursos eloquentes em favor das crianças, enquanto lutam para implantar nas escolas a ideologia de gênero, defendem exposições de “arte” em que os pequeninos são expostos à nudez ou mesmo incentivados a tocarem em corpos de “artistas” nus, dentre outras coisas. Falam sobre família, mas produzem textos, Projetos de Leis, fazem propagandas e apoiam campanhas contrárias aos valores basilares da sociedade. Falam contra a intolerância religiosa, mas exaltam um transexual “pregado” numa cruz em plena parada LGBT, ofendendo milhares de cristãos. Defendem o “Estado Democrático de Direito”, mas são insurgentes, advogam em favor de invasores de terras rurais e propriedades urbanas, e quando vão para as ruas se manifestarem por sua “causa” vandalizam patrimônios privados e públicos. Defendem o meio ambiente, falam contra o uso de agrotóxicos, mas queimam pneus em suas manifestações, derrubam plantações nas fazendas que invadem, lutam pela descriminalização da maconha e se calam diante do uso escancarado de drogas dentro das universidades. Adoram falar de democracia e direitos humanos, mas exaltam governos totalitários. Reclamam liberdade de imprensa, mas lutam pelo controle e cerceamento da mídia sob pretexto de “marco regulatório” — um nome pomposo para um projeto maquiavélico. Falam de paz, mas são truculentos. Para eles, alguns criminosos, inclusive homicidas, são “perseguidos políticos”. São eles os que apregoam a “descolonização” política, cultural e religiosa, mas procuram aliciar novos “colonos” de sua ideologia. Na verdade, eles que necessitam ser descolonizados (João 8:32,36).

Eles são os que “chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, amargo […]. São sábios aos seus próprios olhos e inteligentes em sua própria opinião” (Isaías 5:20,21 — NVI); têm aparência de gente piedosa, mas, na prática, são impiedosos (2 Timóteo 3:5).

Eles defendem o amor — todas as formas de amor, mesmo aquelas que de amor nada tem —, pregam a tolerância e o respeito a diversidade, gritam alto que “o amor vence o ódio”, mas agridem todos os que ousam crer, pensar, falar e ser diferente; querem impor aos outros o seu próprio padrão. Estão entre eles aqueles que recente, nas redes sociais, picharam o logo da Convenção Batista Brasileira com a palavra “racista”, tentando colar na CBB a sua própria imagem. Foram infelizes, não grudou. É sempre assim: a mentira pode até usar as roupas da Verdade, mas no final é a Verdade que prevalece.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

RÁPIDAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O “DESCONVITE” DE DOIS PRELETORES DO DESPERTAR 2019




Pr. Cleber Montes Moreira


Estes foram dias tumultuados e de troca de ofensas nas redes sociais em virtude do desconvite, pela direção da CBB, de dois preletores do Congresso Despertar 2019. De modo irresponsável, leviano e maldoso, a Convenção Batista Brasileira foi atacada, rotulada de racista, e crentes conservadores afrontados. Sobre o ocorrido faço alguns destaques:

1) A Convenção Batista Brasileira não é racista: não pratica, nem incita o racismo. A prova disso é que vários negros ocuparam ao longo da história, e ocupam ainda hoje, cargos na denominação. Inclusive o atual Secretário Geral da CBB é negro. Portanto, esta acusação nada mais é que discurso vitimista de discordantes que querem denegrir a imagem da denominação.

2) O erro cometido pela CBB foi o de não acompanhar de perto o planejamento do Despertar 2019, principalmente no que diz respeito aos convidados, o que teria evitado este transtorno. O desconvite foi um mal necessário.

3) A Convenção Batista Brasileira defende a liberdade religiosa, bem como todas as liberdades, mas ela é confessional e não pode se curvar perante discursos que contrariam suas convicções firmadas na Palavra de Deus. Se outros grupos e/ou pessoas têm outros entendimentos sobre certos temas, que tratem deles em ambiente próprio, e não no seio da denominação.

4) O tema “racismo” é pertinente e deve ser tratado, porém a denominação não deverá fazê-lo motivada por forças alinhadas a movimentos políticos, liberais e heréticos, mas à luz das Sagradas Escrituras.

5) A Convenção Batista Brasileira não pode se render a grupos liberais e nem ceder aos discursos que tentam impor “novos diálogos” sobre assuntos para os quais os batistas já têm posição formada, tais como feminismo, aborto, ideologia de gênero etc.

6) Os eventos da denominação não podem ser palco de discursos políticos/ideológicos. Eles são criados para edificar o povo batista, e não para que se constituam em palanques.

7) Os desconvidados, ainda que pese a deselegância do convite (coisa que poderia ser evitada, como já dito acima), declaram posições que ferem as convicções dos batistas da CBB e, por isso, a decisão foi, ainda que deselegante, acertada.

8) O protesto que desencadeou o desconvite partiu de muitos batistas brasileiros inconformados, cujas vozes foram ouvidas pela direção da denominação. Entre os que se manifestaram publicamente estão o Pr. Eduardo Baldaci, cujo nome foi bombardeado nas redes sociais, o pastor João Marcos Mury Aquino, e tantos outros que receberam críticas impiedosas por manifestarem sua opinião. As acusações contra eles pesam sobre todos os que zelam pela Sã Doutrina. Estes protestos foram um movimento natural e em defesa da fé, não um movimento político.

9) É ainda importante notar que muitos que criticaram a postura da denominação já se posicionaram contra a CBB no passado, por causa do desligamento da Igreja Batista do Pinheiro que, em sua legítima liberdade, resolveu seguir seu curso doutrinário distinto da CBB.

10) Muitos dentre os críticos da CBB proclamam discursos que defendem uma nova hermenêutica, a partir das pessoas e não da Bíblia, a ressignificação da Palavra de Deus (por causa de textos que dizem ser “interditivos”), a reimaginação da igreja e uma “descolonização” que nada tem a ver com liberdade, dentre outras heresias. Em sua liberdade já escolheram seu “evangelho” e seu caminho. Que façam uso de sua liberdade, e que respeitem a liberdade dos que pensam diferente. A CBB não caminha na onda do liberalismo teológico, mas tem a Palavra de Deus como seu norte.