Pastor Cleber

Bayer doa três milhões de comprimidos de malária para os EUA para uso potencial contra o coronavírus


O coronavírus é o assunto predominante nos noticiários em todo o mundo. Empresas farmacêuticas e de biotecnologia estão trabalhando intensamente em substâncias ativas que tratem pessoas com COVID-19. Uma dessas substâncias é a “Resochin” da Bayer.


Em matéria publicada em seu site nesta quinta-feira, dia 19 de março, a Reuters informou que a Bayer doou 3 milhões de comprimidos do medicamento “Resochin” ao governo dos EUA para uso no tratamento do COVID-19.

Em sua conta no Twitter a empresa publicou: “Os médicos consideram o Resochin (fosfato de cloroquina) da Bayer como um tratamento promissor para pacientes graves com coronavírus.”

A “Resochin”, feita de fosfato de cloroquina com eficácia comprovada contra a malária, está sendo avaliada também na China para uso no tratamento do COVID-19, a doença causada pelo coronavírus.

A Bayer informou que a empresa está trabalhando junto com as agências americanas para conseguir autorização para o uso do medicamento nos USA.

O presidente Donald Trump, em uma entrevista coletiva, pediu aos reguladores de saúde dos Estados Unidos que acelerem possíveis terapias como o “Remdesivir”, da Gilead Sciences, e o medicamento antimalárico genérico hidroxicloroquina, destinado ao tratamento do COVID-19.


Donald Trump pede orações em razão do coronavírus e declara: “Nenhum problema é grande demais para Deus”

Foto: Twitter da Casa Branca

“Peço que você se una mim em um dia de oração para todas as pessoas que foram afetadas pela pandemia de coronavírus, e que ore para que a mão curadora de Deus seja colocada sobre o povo de nossa nação.”


O presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, proclamou 15 de março de 2020 como o “Dia Nacional de Oração por todos os americanos afetados pela pandemia de coronavírus”, e pediu a todos os americanos que orem por todos os afetados, incluindo pessoas que sofreram danos ou perderam entes queridos: “Peço que você se una mim em um dia de oração para todas as pessoas que foram afetadas pela pandemia de coronavírus, e que ore para que a mão curadora de Deus seja colocada sobre o povo de nossa nação.”1

Em seu discurso o presidente destacou a importância da fé em momentos de crises, e pediu união para superar a pandemia:

“Nos tempos de maior necessidade, os americanos sempre se voltaram para a oração para ajudar a guiar-nos através de provações e períodos de incerteza. Enquanto continuamos a enfrentar os desafios únicos impostos pela pandemia de coronavírus, milhões de americanos não conseguem se reunir em suas igrejas, templos, sinagogas, mesquitas e outras casas de culto. Mas, neste momento, não devemos deixar de pedir a Deus mais sabedoria, conforto e força, e orarmos especialmente por aqueles que sofreram danos ou que perderam entes queridos. Peço que você se una mim em um dia de oração por todas as pessoas que foram afetadas pela pandemia de coronavírus, e que ore para que a mão curadora de Deus seja colocada sobre o povo de nossa nação.

Como seu Presidente, peço que ore pela saúde e bem-estar de seus colegas americanos, e lembre-se de que nenhum problema é grande demais para Deus. Todos devemos levar a sério as sagradas palavras encontradas em 1 Pedro 5:7: “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós”. Oremos por todos os afetados pelo vírus, para que sintam a presença protetora e o amor de nosso Senhor durante esse tempo. Com a ajuda de Deus, superaremos essa ameaça.

Na sexta-feira declarei emergência nacional, e tomei medidas ousadas para que o Governo Federal implemente ações eficazes para ajudar no combate à pandemia de coronavírus. Agora, encorajo todos os americanos para que orem por aqueles que estão na linha de frente, especialmente nossos destacados profissionais, médicos e autoridades de saúde pública de nossa nação que estão trabalhando incansavelmente para proteger todos nós do coronavírus e tratar os pacientes infectados; todos os nossos corajosos socorristas, Guarda Nacional e indivíduos dedicados que estão operando para garantir a saúde e a segurança de nossas comunidades; e nossos líderes federais, estaduais e locais. Estamos confiantes de que Ele lhes dará a sabedoria necessária para tomar decisões difíceis e tomar ações decisivas para proteger os americanos em todo o país. Quando chegamos a nosso Pai em oração, lembramos as palavras encontradas no Salmo 91: “Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.”

Ao nos unirmos em oração, somos lembrados de que não há um fardo muito pesado para Deus erguer, ou que este país suporte com Sua ajuda. Lucas 1:37 promete que “para Deus nada será impossível”, e essas palavras são tão verdadeiras hoje como sempre foram. Como uma nação sob Deus, somos maiores do que as dificuldades que enfrentamos e, através da oração e atos de compaixão e amor, enfrentaremos esse desafio e emergiremos mais fortes e mais unidos do que nunca. Que Deus abençoe cada um de vocês e que Deus abençoe os Estados Unidos da América.”

A população mundial está se adaptando e adotando novas práticas e etiquetas de higiene para conter o coronavírus, o que inclui lavar as mãos com frequência, usar o álcool em gel, evitar apertos de mão, abraços, beijos, locais com grandes concentrações de pessoas etc. Várias igrejas já cancelaram as reuniões presenciais e passaram a realizar cultos onlines.

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DR. DRAUZIO VARELLA: ABRAÇO, IDEOLOGIA E MILITÂNCIA

Foto: reprodução/TV Globo

DR. DRAUZIO VARELLA: ABRAÇO, IDEOLOGIA E MILITÂNCIA


Pr. Cleber Montes Moreira


“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” (Isaías 5:20)

O abraço do Dr. Drauzio Varella na (o) transexual Suzi, cujo nome verdadeiro é Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos, presa (o) desde 2010 por estuprar, matar e ocultar o cadáver do menino Fábio dos Santos Lemos, que à época contava com apenas 9 anos de idade, é o assunto mais comentado nas redes sociais desde a exibição, no dia 1º de março, no “Fantástico”, da matéria que tratava sobre as transexuais que vivem no sistema penitenciário.

Um pastor progressista chegou a afirmar numa de suas postagens que o “Dr. Drauzio abraçou Jesus”. Os lacradores de plantão ficaram eufóricos com o enfoque sensacionalista: vários pastores, teólogos, escritores e evangélicos de linha progressista fizeram questão de comentar o assunto sob a ótica “inclusiva” e a partir do entendimento de um “evangelho” liberal e permissivo, que em nome do “amor” e da “graça” acaba legitimando certos comportamentos. Certamente que um estuprador hétero não teria o mesmo tratamento, uma vez que seu perfil não se encaixa no padrão da emissora, da sociedade, e nem do evangelicalismo “ideologizado”.

Está claro que a matéria nada mais é que parte de esforços cada vez mais audazes para a implementação da agenda de desconstrução dos valores basilares da sociedade, que tem por objetivo impor um novo código moral em que o pecado é glamourizado. Abraçar um transexual repercute mais que abraçar um pai de família, uma “mulher do lar”, um desempregado, um mendigo ou mesmo uma criança. A prova disso é que nenhum outro abraço rendeu tantas matérias jornalísticas, textos e postagens nas redes. A questão é que dessa vez a Globo foi muito longe, o que despertou o senso crítico das pessoas de bem que se levantaram contra tal afronta ao bom senso — foi, sem dúvidas, um “tiro no pé”.

Abraçar um pecador não é algo pecaminoso. Entendam que a crítica feita aqui não é exatamente ao abraço numa pessoa que cumpre pena por causa de seu erro, e que, certamente, pela natureza de seu crime, tenha sido esquecida (a) na prisão. Até aos piores dos pecadores é dada a oportunidade de arrependimento e mudança de vida. Para Rafael, que atende por Suzi, também há esperança, desde que se arrependa, creia em Jesus Cristo como seu Salvador e passe a viver segundo os valores do reino de Deus. A questão é que este abraço vai além, é um abraço ideológico que visa difundir e normatizar um padrão. É bom lembrar que a mesma emissora já exibiu uma série jornalística em que a pedofilia foi tratada como “doença” e dito que os pedófilos sofrem muito “preconceito”. Na verdade, em minha modesta opinião, não foi o detento quem foi abraçado, mas todos quantos se adequaram a esta “nova moralidade” reprovada nas Escrituras — foi um abraço entre representantes de mentes e ideologias alinhadas, entre os que defendem um mesmo padrão moral; foi um abraço de militantes; um abraço “corporativo”. É bom lembrar que o mesmo médico, em matérias anteriores, se posicionou contra a redução da maioridade penal mesmo para homicidas e estupradores, tratando-os não como criminosos, mas como “meninos”, refletindo, como podemos perceber, a opinião da emissora.

Sobre o recente “pedido de desculpas” do Dr. Drauzio Varella e da equipe do jornalismo da Globo, sinceramente não me convence. Um caso tão grave, divulgado pela mídia na época, não pode ser desconhecido por quem está no ramo jornalístico — a menos que se trate de um profissional incompetente, o que não é o caso —. Da mesma forma que certos abraços, há “desconhecimentos” e “esquecimentos” seletivos e/ou convenientes.

Se você é bíblico, não espere receber abraços de quem é contra a fé e os valores cristãos, a menos que sejam abraços traiçoeiros, assim como o beijo de Judas. Estes afagos são para os “companheiros” de causa.

Definitivamente “o mundo está no maligno”, e coisas piores virão (1 João 5:19).



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A RELIGIÃO DOS “AMANTES DE SI MESMOS”

Imagem: Pixabay

A RELIGIÃO DOS "AMANTES DE SI MESMOS"


Pr. Cleber Montes Moreira

"Porque haverá homens amantes de si mesmos…”
(2 Timóteo 3:2)


Enquanto o amor se esfria no mundo em decorrência da multiplicação da iniquidade (Mateus 24:12), o amor sincero, altruísta, um outro tipo de amor se estabelece cada vez mais como marca de uma geração corrompida e cada vez mais distante de Deus. Falo do amor ao qual se refere Paulo ao dizer que os homens dos “tempos trabalhosos” seriam “amantes de si mesmos”.

Este amor — amor egoísta, que busca saciar os deleites da carne — parece ser a força propulsora de uma apostasia da fé jamais vista na história. Ele move tanto aqueles que procuram os benefícios dos falsos evangelhos quanto os falsos profetas que providenciam meios para atender às demandas do mercado da fé. Os primeiros estão sempre em busca da cura, do milagre, do emprego, da prosperidade, de trazer de volta o amor que se foi, de desfazer algum “trabalho de macumbaria”, de legitimar seus pecados, e outros favores e vantagens, enquanto os últimos — movidos pelo mesmo amor — ofertam soluções e fazem promessas em troca do que lhes interessa, quase sempre o dinheiro, o poder e o status. É assim que por meio deste amor multidões com comichão nos ouvidos, não suportando a sã doutrina, constituem para si líderes segundo seus próprios interesses, os quais, por sua vez, e porque são carnais e não espirituais, passam a mercadejar a Palavra em benefício próprio (2 Timóteo 4:3; 2 Pedro 2:3; 2 Coríntios 2:17).

Aqueles que amam a si mesmos acabam se tornando “sologâmicos”, ou seja, casados consigo mesmos, com seus interesses e caprichos. Eles fazem juras de amor e prometem ser fiéis a si mesmos na busca da satisfação pessoal, muitas vezes ao custo da honra, da desconstrução da família, em detrimento dos interesses e bem-estar do próximo, e do afastamento de Deus.

Mais que pelo entendimento errado das Escrituras, que pela falta de uma hermenêutica correta, a apostasia da fé deste tempo é fruto do amor que contempla os interesses pessoais, que alimenta a ganância, que coloca o ego como centro da adoração do sistema religioso humano; também nos arraiais evangélicos onde quase tudo converge para o homem. Basta uma análise simples das canções gospel, das mensagens proferidas por “encantadores de pecadores” (como chamo certos pregadores), e dos eventos que atraem multidões de “adoradores” para que se perceba onde está o foco. Nestas celebrações marcadas por rituais hedonistas, a adoração é dirigida ao (in)fiel — tudo é preparado para ele, para o seu prazer, para a sua exaltação.

Os profetas do engano são os ateus modernos: oportunistas de plantão, que falam em nome do Deus no qual eles mesmos não creem — porque se cressem teriam temor —, que usam a Bíblia apenas como pretexto e meio para conquistar a confiança dos incautos, que ostentam autoridade e poder espiritual, mas vivem na carne; ele são os “inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas” (Filipenses 3:18,19).

Seja o helicóptero decolando de um heliponto de um mega templo em São Paulo, cheio de malas de dinheiro, a portinha de um templo de uma seita qualquer num bairro pobre, os frequentadores das correntes dos empresários, ou os pobres que procuram na religião alguma solução, parece que todos são movidos pelo mesmo amor que busca os próprios interesses.

O encontro dos “amantes de si mesmos” — de um lado os (in)fiéis que procuram um deus que corresponda aos seus desejos temporais, do outro os mercadores da fé que despudoradamente adéquam o evangelho aos anseios dos ouvintes — cria um ambiente favorável aos desvios, onde o amor-próprio passa a ser o fator gerador da apostasia da fé. Deste encontro de interesses (e interesseiros) que surge a necessidade de teologias moldáveis que correspondam às expectativas e contemplem a diversidade, que seja capaz de apresentar um deus serviçal, multiforme e representativo das mais diversas correntes de fé, de tradições e de comportamentos; um deus criado à imagem e semelhança dos homens. A Teologia da Prosperidade, o Evangelho Social, o Evangelho da Confissão Positiva, o Triunfalismo Gospel, a Teologia do Coaching, a Teologia Inclusiva (também chamada Teologia Queer e Teologia Gay) e outros desvios são apenas alguns dos meios pelos quais este deus se revela. Nada mais funesto, mais anticristão, que esta religião que fala de Deus, mas é, em sua essência, antropocêntrica — a religião dos “amantes de si mesmos”.

NÃO POR FORÇA, NEM POR VIOLÊNCIA

Imagem: Pixabay

NÃO POR FORÇA, NEM POR VIOLÊNCIA

Pr. Cleber Montes Moreira

“E respondeu-me, dizendo: Esta é a palavra do Senhor a Zorobabel, dizendo: Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos.” (Zacarias 4:6)


Enquanto voltávamos de uma viagem missionária, alguns irmãos de nossa caravana davam seus testemunhos sobre suas experiências. Um dos evangelistas contou que ao abordar um homem, ouviu dele: “Se você continuar falando desse Jesus te dou um soco na cara!” O crente, calmamente, prosseguiu falando do Senhor e do plano de salvação quando, de repente, seu ouvinte lhe desferiu um soco no nariz. Ele abaixou sua cabeça e o sangue jorrou até o chão. Em instantes, levantou-se, ainda sujo, e continuou, mansamente, apresentando o evangelho. Enquanto ele ainda falava do grande amor de Deus, o homem violento não se conteve e começou a chorar. Arrependido, não só de sua violência, mas de seus pecados, aceitou a salvação oferecida e, pela noite, já estava na igreja junto a outros irmãos.

Ao recordar este depoimento, não somente penso na lição que ele nos ensina sobre a evangelização, mas também sobre o modo como resolvemos as coisas. O evangelista não respondeu rispidamente, mas teve uma postura branda, humilde, amorosa, que culminou no desarmamento de seu oponente. Muitas vezes queremos resolver as coisas com um espírito armado, do nosso jeito, “partindo pra briga”, impondo nosso modo ou opinião, e não funciona. Tudo que conseguimos é criar uma batalha desnecessária. Gastamos energia num esforço vão. Quem assim age não se faz vitorioso, mas derrotado.

Jesus nos ensinou uma regra importante: “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; e, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; e, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas” (Mateus 5:38-41).

Zorobabel, governador de Judá, na época em que os primeiros cativos regressavam da Babilônia, recebeu de Deus a incumbência de reconstruir o templo, mas os inimigos do povo se levantaram para enfraquecê-lo e impedi-lo. Porém, o Senhor usou o profeta Zacarias para lembrá-lo de onde vem a verdadeira força e poder contra os opositores: “Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito”, disse o Senhor.

Quem se exalta, confia em suas próprias forças e usa de armas humanas não pode vencer certas batalhas. Mas quem se humilha debaixo da potente mão do Altíssimo e se faz dependente do Todo Poderoso tem vitória garantida. Não importa o que ousem seus inimigos, agindo Deus, quem o impedirá?

Como você age e reage diante de seus oponentes? Com que força e armas você luta suas batalhas? Sua resposta a essas perguntas dirá se você é vencedor ou perdedor. Pense nisso!