sexta-feira, 20 de março de 2020

Bayer doa três milhões de comprimidos de malária para os EUA para uso potencial contra o coronavírus


O coronavírus é o assunto predominante nos noticiários em todo o mundo. Empresas farmacêuticas e de biotecnologia estão trabalhando intensamente em substâncias ativas que tratem pessoas com COVID-19. Uma dessas substâncias é a “Resochin” da Bayer.


Em matéria publicada em seu site nesta quinta-feira, dia 19 de março, a Reuters informou que a Bayer doou 3 milhões de comprimidos do medicamento “Resochin” ao governo dos EUA para uso no tratamento do COVID-19.

Em sua conta no Twitter a empresa publicou: “Os médicos consideram o Resochin (fosfato de cloroquina) da Bayer como um tratamento promissor para pacientes graves com coronavírus.”

A “Resochin”, feita de fosfato de cloroquina com eficácia comprovada contra a malária, está sendo avaliada também na China para uso no tratamento do COVID-19, a doença causada pelo coronavírus.

A Bayer informou que a empresa está trabalhando junto com as agências americanas para conseguir autorização para o uso do medicamento nos USA.

O presidente Donald Trump, em uma entrevista coletiva, pediu aos reguladores de saúde dos Estados Unidos que acelerem possíveis terapias como o “Remdesivir”, da Gilead Sciences, e o medicamento antimalárico genérico hidroxicloroquina, destinado ao tratamento do COVID-19.


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