Texto: Mateus 9.35-38
Conteúdo Cristão para sua edificação
IMPLICAÇÕES DA OBRA MISSIONÁRIA
Texto: Mateus 9.35-38
A IMPORTÂNCIA DE NOSSO BOLETIM SEMANAL
Encontrei hoje, na internet, o boletim informativo da Primeira Igreja Baptista do Porto. Logo tratei de imprimir uma cópia para ler. Nele encontrei uma bela pastoral intitulada “A importância da Bíblia para uma vida de êxito”. Também a agenda semanal da igreja, aniversariantes, uma nota de falecimento, pedidos de oração... Pelo boletim pude saber algo sobre a igreja do outro lado do Atlântico. De outro modo, creio que não saberia.
Meu achado me fez pensar sobre a importância de nosso boletim semanal. Ele é o instrumento de comunicação impresso mais eficaz que a igreja usa para informar, para registrar sua história, para propagar suas atividades e até evangelizar. Você já pensou nisso? Se não, considere comigo:
Na pastoral são publicados textos de várias naturezas: missionários, históricos, exortativos, doutrinários, evangelísticos... Este é um ótimo espaço para o pastor se dirigir à igreja escrevendo aquilo que acha importante e necessário para o momento. No gabinete pastoral há uma coletânea de boletins com excelentes pastorais, que o pastor Gessy guarda com muito zelo.
Na lista de aniversariantes encontramos nomes e números de telefones para que possamos ligar para nossos irmãos, dando os parabéns por sua data magna. Nos cultos dominicais, à noite, o pastor sempre chama à frente as pessoas que durante a semana completarão mais um ano de vida. É um momento importante do culto, quando, orando, agradecemos a Deus pela bênção da vida concedida a cada irmão.
A lista com pedidos de oração ajuda muito para que oremos pelos necessitados e enfermos. É um espaço onde aquele que precisa recorre, para que a igreja interceda por sua necessidade.
Pelas escalas publicadas sabemos quem estará na direção dos cultos, participando na música, ao piano, dirigindo o momento missionário ou de dedicação de dízimos e ofertas, conduzindo as crianças no culto infantil etc.
O programa de culto impresso é de grande utilidade, uma vez que informa qual o tema dos cultos, os hinos que serão cantados e tudo mais.
Alem de tudo isso, o boletim traz informações sobre nossas campanhas missionárias, datas especiais, agenda de cultos, plantão diaconal, convites, informações importantes de interesse de todos. Não dá pra não ler!
O boletim é, portanto, uma ótima ferramenta de comunicação. Não se trata de um gasto desnecessário, mas de um ótimo investimento. Assim considerando, deixo aqui algumas dicas de como aproveitá-lo melhor:
1 – Experimente começar sua coleção de boletins. Com isso você terá muitas informações de valor histórico sobre a vida da igreja;
2 – Doe boletins a irmãos que estiverem em visita à nossa igreja. Eles levarão uma boa lembrança de sua passagem entre nós e, se quiserem ou precisarem, poderão contatar a igreja mais tarde;
3 – Ofereça o boletim ao visitante não crente. Assim ele terá informações sobre nossas atividades e poderá visitar-nos em outras ocasiões, além de poder contatar a igreja;
4 – Ao visitar um irmão ausente, leve um exemplar do boletim. Costumo fazer isso sempre, principalmente quando em visitas a enfermos. Normalmente os irmãos que não podem estar conosco dominicalmente, sentem-se alegres ao receberem o boletim;
5 – Quando viajar, leve alguns exemplares. Sempre faço isso no intuito de promover a igreja;
6 – Use as sobras do boletim, disponíveis no balcão da PIBI, como folhetos para evangelização. Muitas vezes alguém pode ser tocado ao ler uma pastoral, ou motivado por alguma informação. A leitura do boletim pode causar o mesmo impacto que um folheto. É possível que sua leitura possa levar conforto, consolo, conhecimento e até mesmo alguém a uma tomada de decisão ao lado de Cristo. Futuramente, caso você tenha alguma experiência marcante neste sentido, compartilhe conosco.
Pr. Cleber Montes Moreira, em 10 de novembro de 2010.
POR UM BRASIL MAIS FELIZ, VOTE BEM!
Dia 3 de outubro é o dia de escolher aqueles que nos representarão no cenário político brasileiro, como legisladores e governantes. Nestes dias muito se fala sobre o voto consciente. Pastores, Bispos, líderes evangélicos, católicos e de outras religiões tem se manifestado orientando o povo sobre o dever de votar bem. Para isso é preciso conhecer o passado e o presente de cada candidato, sua conduta ética e moral, e suas propostas. É preciso também conhecer o que cada um pensa sobre os temas polêmicos da atualidade, e que afetam diretamente a família, a igreja, a vida, a liberdade religiosa, a liberdade de expressão etc.
Tanto na Câmara como no Congresso Nacional existem muitos Projetos de Leis maliciosos que, em sendo aprovados, interferirão diretamente em nossa ordem social. Um deles é o PL 122/2006, que criminaliza a homofobia e privilegia os homossexuais, garantindo seus “direitos” em detrimento da liberdade religiosa, de expressão e de opinião dos demais cidadãos, punindo severamente com prisão entre 2 e 5 anos quem se manifestar, ainda que pacificamente, contra o comportamento homossexual. Se virar lei, o PL 122/2006 criminalizará até mesmo a leitura de textos bíblicos que classificam a conduta homossexual como pecado. Um juiz, sem a instauração de inquérito, poderá mandar recolher livros ou qualquer mídia “homofóbica”, bem como fechar estabelecimentos e tirar do ar programas de rádios e TVs. Este PL visa transformar conceitos em “preconceitos”, o que interfere radicalmente na liberdade de pregação do evangelho.
Existem também outros Projetos de Leis que defendem a descriminalização do aborto, das drogas, que tentam legalizar a adoção de crianças por “casais” homossexuais etc. No final do ano passado todas estas intenções foram apresentadas num único pacote, o PNDH-3 (Programa Nacional dos Direitos Humanos - 3), que pretende, disfarçadamente, estabelecer a censura dos meios de comunicação, legalizar o aborto até o nono mês de gravidez, aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, proibir a exibição de símbolos religiosos em locais públicos, regulamentar a prostituição, liberar o uso da maconha, avalizar a invasão de terras e propriedades urbanas e rurais atentando contra o direito de propriedade.
Muitos candidatos apoiam estes “ensaios antidemocráticos”, porém há um partido que fechou questão em relação a essas coisas. O pastor Paschoal Piragine, da PIBI de Curitiba, está sofrendo ameaças por orientar sua igreja em relação a esses assuntos. Oremos por ele.
Sei que, seja quem for nosso futuro presidente (a), não será fácil. Há uma pressão internacional para a aprovação destes Projetos de Leis. Penso que já há um Governo Mundial e invisível, que exerce autoridade sobre os demais governos impondo tais coisas. Na Inglaterra o cristianismo está sendo “criminalizado”. O governo brasileiro, recentemente, assinou um acordo com a ONU para liderar na América Latina um esforço para aprovação de leis pró aborto. No Mato Grosso do Sul, no dia 13 de setembro, a justiça mandou recolher de duas bancas 11 livros cristãos que tratam sobre o homossexualismo do ponto de vista bíblico. Sites e blogs estão sendo tirados do ar de vez em quando.
O voto deve ser inegociável, ético e livre. As igrejas batistas não se comprometem com candidatos, nem seus líderes pedem votos, mas orientam seus membros sobre o dever de, com sabedoria, escolher bem. No próximo domingo sua escolha significará muito para sua vida, sua família e sua liberdade. Por isso, antes de votar, descubra o que cada candidato pensa sobre estes assuntos.
E, lembre-se: votar bem é também uma forma de lutar por um Brasil mais feliz!
Pr. Cleber Montes Moreira
O VÍNCULO ENTRE O MEMBRO E A IGREJA
Por falta de conteúdo e base bíblica, muitos cultivam o pensamento de que as denominações evangélicas são todas iguais. “O importante é servir a Deus, não importa em que igreja”; “Deus está em todo lugar”. É o resultado da falência da identidade cristã. É o chamado “evangelho antropocêntrico”, ditando a conduta e as escolhas de membros itinerantes num universo sem fronteiras éticas e doutrinárias, em que princípios são negociáveis.
Em função da decadência espiritual, de princípio e de valores, as igrejas bíblicas estão sofrendo uma onda de evasão. As que não fazem do evangelho um comércio lucrativo, nem praticam o charlatanismo ou a falsa contextualização, tendem a perder membros para as que assim fazem. O próprio Jesus, cuja mensagem não era “politicamente correta”, mas que confrontava o ser humano com seu pecado e necessidade de arrependimento, foi abandonado por muitos ouvintes ainda inconversos.
Você já se perguntou sobre a razão pela qual é membro de sua igreja? Ou, Em que se baseia seu vínculo com sua igreja? Ou ainda, Por que sou batista?
É urgente resgatarmos o espírito dos crentes bereanos que se guiavam pela Palavra de Deus: “Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (Atos 17.11). Se você é membro de sua igreja porque entende que a mensagem por ela transmitida é fiel à Bíblia, parabéns, mas se não, precisa repensar as bases deste vínculo e a sua própria fé.