quarta-feira, 19 de novembro de 2014

ÚNICO E VERDADEIRO SALVADOR

“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.” (Atos 4:12) 

Pr. Cleber Montes Moreira 

No filme “Titanic” há uma cena da qual lembro-me sempre. É a que retrata o naufrágio do navio, após a colisão com um iceberg na região dos bancos gelados de Newfoundland, por volta das 23h40min do dia 14 de abril de 1912. Muitas pessoas, desprovidas de salva-vidas, agarravam-se a destroços, esforçando-se para salvarem suas vidas. No entanto, muitos pereceram nas águas geladas apegadas a estes objetos. Eu tenho dito que, do ponto de vista espiritual, muita gente está agarrada a destroços aos quais eu tenho chamado de 'tábuas de salvação', que infelizmente não podem salvar. São religiões, crenças, tradições, obras, “achismos” etc. Pessoas estão morrendo por confiarem suas vidas a tais objetos tão impotentes. Mas, para a salvação, só há um salva-vidas – Jesus! Então, é preciso urgentemente, enquanto há tempo, deixar de lado tais destroços para confiar, única e exclusivamente, naquele que é o único e verdadeiro Salvador!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

AMAR O SUFICIENTE PARA SER CHAMADO CRISTÃO


Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.” (João 14:21)

Pr. Cleber Montes Moreira

Há uma frase, cuja autoria desconheço, que diz: “O verdadeiro amor é capaz dos maiores sacrifícios, para o bem estar do ser amado.” De fato o amor leva à ações grandiosas, muitas vezes aos olhos dos outros entendidas como “loucuras”. Quem ama quer expressar seu amor, não apenas por palavras, mas por atos que promovam o bem de quem se ama. O verdadeiro amor faz da felicidade do outro, e não da sua, o seu alvo. O verdadeiro amor suporta as dificuldades, transpõe barreiras... O verdadeiro amor se derrama numa entrega total e resoluta.
Nas relações humanas as pessoas querem demonstrar seu amor dando presentes, fazendo declarações etc. William Shakespeare disse: “O amor é a única loucura de um sábio e a única sabedoria de um tolo.” Certamente que tem razão. O sábio quando ama enlouquece, e o tolo quando ama é capaz de fazer coisas maravilhosas. André Suarés disse: “Amar bem é amar loucamente.” Assim as pessoas amam e demonstram seu amor: amor humano, entre duas pessoas, amor que se prova e quer prova, amor que dá e recebe. Mas, e quando se trata de amar a Deus, como agimos? Como demonstramos nosso amor àquele que nos amou primeiro? Jesus diz sobre qual deve ser a nossa prova de amor ao Pai: OBEDIÊNCIA! “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama.”
Se você diz amar a Deus, mas não é capaz de obedecer, isso não é amor. Se você diz amar a Deus, mas é incapaz de amar do modo como Cristo amou - sendo obediente até à morte, e morte de cruz” (Filipenses 2:8) - esse amor não é suficiente para que você seja chamado “cristão”.

BOM É TER A ESPERANÇA QUE NÃO MORRE


Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do Senhor.” (Lamentações 3:26)

Pr. Cleber Montes Moreira

Tenho um colega que vive repetindo: “Bom é ter esperança.” Conrad de Meester disse: “A maior motivação de todas é ter esperança, pois esta é cheia de confiança. É algo maravilhoso e belo, uma lâmpada iluminada em nosso coração. É o motor da vida. É uma luz na direção do futuro...” Eu, porém, digo que quem não tem esperança não tem futuro. Quem não tem esperança está morto, pois já se entregou ao fracasso.

Segundo os dicionários 'esperança' significa “sentimento de quem vê como possível a realização daquilo que deseja, confiança em coisa boa, fé.” Assim sendo, ter esperança é confiar que algo que se deseja, que se espera, que se necessita, que foi prometido, acontecerá.

Penso que a questão maior, no entanto, não é ter ou não esperança, mas o que se espera e de onde, de que ou de quem se espera. Os salvos vivem “Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos” (Tito 1:2), e esta esperança está firmada naquele que tudo pode: “Ó minha alma, espera somente em Deus, porque dele vem a minha esperança” (Salmos 62:5).

Alguns acreditam que “A esperança é a última que morre”. Eu afirmo, com convicção, que em Deus temos uma esperança eterna. Por isso, somente o salvo sabe e pode dizer com propriedade: “Bom é ter esperança.” Sim, bom é ter a esperança que não morre!

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

TRISTE OU FELIZ?

O que despreza ao seu próximo peca, mas o que se compadece dos humildes é bem-aventurado.” (Provérbios 14:21)

Pr. Cleber Montes Moreira

Meu filho Jônatas, com pouco mais de dois anos, como a maioria das crianças, consegue perceber coisas que nós adultos nem sempre percebemos. Ele sabe bem quando as pessoas mais próximas mudam de humor. Daí ele pergunta: “Você tá triste?”; ou “Você tá feliz?” Se comete alguma desobediência e sabe, pelo meu semblante, que desagradou, pergunta: “Você tá triste?”. Se faz algo e percebe que gostei, a pergunta é: “Você tá feliz?”. Me lembro que certo dia minha esposa chegou da escola em que leciona cansada, sentindo-se mal, deitou-se e ele, aproximando-se calmamente, fez a pergunta: “Mamãe, você tá triste?”

Quanta diferença faria se as pessoas perguntassem umas às outras mais vezes: “Você tá triste?”, ou “Você tá feliz?”. Certamente que tal preocupação seria recebida como uma demonstração de afeto.

Triste ou feliz? Você se importa? Se realmente amamos, precisamos perguntar sempre! Alexandre Dumas afirmou: “O mais feliz dos felizes é aquele que faz os outros felizes.”

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

“PARECE, MAS NÃO É...”

Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.”
(Mateus 7:17-21)

Pr. Cleber Montes Moreira

Algumas pessoas, depois de algum tempo vivendo em meio ao povo de Deus, por algum motivo se afastam. Voltam a alguma prática antiga, se cansam da igreja, assumem publicamente uma conduta pecaminosa, se escandalizam etc. Os motivos são vários. Estas pessoas passam a se considerar, ou a ser consideradas como “ex-crentes”. É o que aconteceu, recentemente, com Suzane Von Richthofen, presa pelo assassinato dos pais em 2002. Ela, que teria se convertido na prisão, se tornado pastora e conselheira de outras detentas, pediu transferência da ala evangélica para a ala das casadas, no presídio de Tremembé. O motivo? Suzane se casou com Sandra Regina Gomes, condenada a 27 anos de prisão pelo sequestro de uma empresária em São Paulo. Sandra, mais conhecida como Sandrão, já havia sido casada com Elize Matsunaga, que cumpre pena por matar e esquartejar o marido Marcos Kitano Matsunaga, em 2012.

É conhecido que existem ex-evangélicos, ex-católicos, ex-espíritas, ex-budistas, ex-ateus etc. Mas, ex-cristãos é impossível. “Ora para aqueles que uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo, experimentaram a bondade da palavra de Deus e os poderes da era que há de vir, e caíram, é impossível que sejam reconduzidos ao arrependimento; pois para si mesmos estão crucificando de novo o Filho de Deus, sujeitando-o à desonra pública.” (Hebreus 6:4-6 – NVI)

Me lembro daquele antigo comercial de Shampoo que, para combater a imitação fazia uso do slogam: “Parece, mas não é...” Sim, há gente que parece, mas não é cristã de fato: “Pelos seus frutos os conhecereis.”