sexta-feira, 31 de outubro de 2014

TRISTE OU FELIZ?

O que despreza ao seu próximo peca, mas o que se compadece dos humildes é bem-aventurado.” (Provérbios 14:21)

Pr. Cleber Montes Moreira

Meu filho Jônatas, com pouco mais de dois anos, como a maioria das crianças, consegue perceber coisas que nós adultos nem sempre percebemos. Ele sabe bem quando as pessoas mais próximas mudam de humor. Daí ele pergunta: “Você tá triste?”; ou “Você tá feliz?” Se comete alguma desobediência e sabe, pelo meu semblante, que desagradou, pergunta: “Você tá triste?”. Se faz algo e percebe que gostei, a pergunta é: “Você tá feliz?”. Me lembro que certo dia minha esposa chegou da escola em que leciona cansada, sentindo-se mal, deitou-se e ele, aproximando-se calmamente, fez a pergunta: “Mamãe, você tá triste?”

Quanta diferença faria se as pessoas perguntassem umas às outras mais vezes: “Você tá triste?”, ou “Você tá feliz?”. Certamente que tal preocupação seria recebida como uma demonstração de afeto.

Triste ou feliz? Você se importa? Se realmente amamos, precisamos perguntar sempre! Alexandre Dumas afirmou: “O mais feliz dos felizes é aquele que faz os outros felizes.”

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