terça-feira, 23 de novembro de 2010

A IMPORTÂNCIA DE NOSSO BOLETIM SEMANAL

Publicado para o boletim da Primeira Igreja Batista de Itaperuna

Encontrei hoje, na internet, o boletim informativo da Primeira Igreja Baptista do Porto. Logo tratei de imprimir uma cópia para ler. Nele encontrei uma bela pastoral intitulada “A importância da Bíblia para uma vida de êxito”. Também a agenda semanal da igreja, aniversariantes, uma nota de falecimento, pedidos de oração... Pelo boletim pude saber algo sobre a igreja do outro lado do Atlântico. De outro modo, creio que não saberia.

Meu achado me fez pensar sobre a importância de nosso boletim semanal. Ele é o instrumento de comunicação impresso mais eficaz que a igreja usa para informar, para registrar sua história, para propagar suas atividades e até evangelizar. Você já pensou nisso? Se não, considere comigo:

Na pastoral são publicados textos de várias naturezas: missionários, históricos, exortativos, doutrinários, evangelísticos... Este é um ótimo espaço para o pastor se dirigir à igreja escrevendo aquilo que acha importante e necessário para o momento. No gabinete pastoral há uma coletânea de boletins com excelentes pastorais, que o pastor Gessy guarda com muito zelo.

Na lista de aniversariantes encontramos nomes e números de telefones para que possamos ligar para nossos irmãos, dando os parabéns por sua data magna. Nos cultos dominicais, à noite, o pastor sempre chama à frente as pessoas que durante a semana completarão mais um ano de vida. É um momento importante do culto, quando, orando, agradecemos a Deus pela bênção da vida concedida a cada irmão.

A lista com pedidos de oração ajuda muito para que oremos pelos necessitados e enfermos. É um espaço onde aquele que precisa recorre, para que a igreja interceda por sua necessidade.

Pelas escalas publicadas sabemos quem estará na direção dos cultos, participando na música, ao piano, dirigindo o momento missionário ou de dedicação de dízimos e ofertas, conduzindo as crianças no culto infantil etc.

O programa de culto impresso é de grande utilidade, uma vez que informa qual o tema dos cultos, os hinos que serão cantados e tudo mais.

Alem de tudo isso, o boletim traz informações sobre nossas campanhas missionárias, datas especiais, agenda de cultos, plantão diaconal, convites, informações importantes de interesse de todos. Não dá pra não ler!

O boletim é, portanto, uma ótima ferramenta de comunicação. Não se trata de um gasto desnecessário, mas de um ótimo investimento. Assim considerando, deixo aqui algumas dicas de como aproveitá-lo melhor:

1 – Experimente começar sua coleção de boletins. Com isso você terá muitas informações de valor histórico sobre a vida da igreja;

2 – Doe boletins a irmãos que estiverem em visita à nossa igreja. Eles levarão uma boa lembrança de sua passagem entre nós e, se quiserem ou precisarem, poderão contatar a igreja mais tarde;

3 – Ofereça o boletim ao visitante não crente. Assim ele terá informações sobre nossas atividades e poderá visitar-nos em outras ocasiões, além de poder contatar a igreja;

4 – Ao visitar um irmão ausente, leve um exemplar do boletim. Costumo fazer isso sempre, principalmente quando em visitas a enfermos. Normalmente os irmãos que não podem estar conosco dominicalmente, sentem-se alegres ao receberem o boletim;

5 – Quando viajar, leve alguns exemplares. Sempre faço isso no intuito de promover a igreja;

6 – Use as sobras do boletim, disponíveis no balcão da PIBI, como folhetos para evangelização. Muitas vezes alguém pode ser tocado ao ler uma pastoral, ou motivado por alguma informação. A leitura do boletim pode causar o mesmo impacto que um folheto. É possível que sua leitura possa levar conforto, consolo, conhecimento e até mesmo alguém a uma tomada de decisão ao lado de Cristo. Futuramente, caso você tenha alguma experiência marcante neste sentido, compartilhe conosco.

Pr. Cleber Montes Moreira, em 10 de novembro de 2010.



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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

POR UM BRASIL MAIS FELIZ, VOTE BEM!

Dia 3 de outubro é o dia de escolher aqueles que nos representarão no cenário político brasileiro, como legisladores e governantes. Nestes dias muito se fala sobre o voto consciente. Pastores, Bispos, líderes evangélicos, católicos e de outras religiões tem se manifestado orientando o povo sobre o dever de votar bem. Para isso é preciso conhecer o passado e o presente de cada candidato, sua conduta ética e moral, e suas propostas. É preciso também conhecer o que cada um pensa sobre os temas polêmicos da atualidade, e que afetam diretamente a família, a igreja, a vida, a liberdade religiosa, a liberdade de expressão etc.

Tanto na Câmara como no Congresso Nacional existem muitos Projetos de Leis maliciosos que, em sendo aprovados, interferirão diretamente em nossa ordem social. Um deles é o PL 122/2006, que criminaliza a homofobia e privilegia os homossexuais, garantindo seus “direitos” em detrimento da liberdade religiosa, de expressão e de opinião dos demais cidadãos, punindo severamente com prisão entre 2 e 5 anos quem se manifestar, ainda que pacificamente, contra o comportamento homossexual. Se virar lei, o PL 122/2006 criminalizará até mesmo a leitura de textos bíblicos que classificam a conduta homossexual como pecado. Um juiz, sem a instauração de inquérito, poderá mandar recolher livros ou qualquer mídia “homofóbica”, bem como fechar estabelecimentos e tirar do ar programas de rádios e TVs. Este PL visa transformar conceitos em “preconceitos”, o que interfere radicalmente na liberdade de pregação do evangelho.

Existem também outros Projetos de Leis que defendem a descriminalização do aborto, das drogas, que tentam legalizar a adoção de crianças por “casais” homossexuais etc. No final do ano passado todas estas intenções foram apresentadas num único pacote, o PNDH-3 (Programa Nacional dos Direitos Humanos - 3), que pretende, disfarçadamente, estabelecer a censura dos meios de comunicação, legalizar o aborto até o nono mês de gravidez, aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, proibir a exibição de símbolos religiosos em locais públicos, regulamentar a prostituição, liberar o uso da maconha, avalizar a invasão de terras e propriedades urbanas e rurais atentando contra o direito de propriedade.

Muitos candidatos apoiam estes “ensaios antidemocráticos”, porém há um partido que fechou questão em relação a essas coisas. O pastor Paschoal Piragine, da PIBI de Curitiba, está sofrendo ameaças por orientar sua igreja em relação a esses assuntos. Oremos por ele.

Sei que, seja quem for nosso futuro presidente (a), não será fácil. Há uma pressão internacional para a aprovação destes Projetos de Leis. Penso que já há um Governo Mundial e invisível, que exerce autoridade sobre os demais governos impondo tais coisas. Na Inglaterra o cristianismo está sendo “criminalizado”. O governo brasileiro, recentemente, assinou um acordo com a ONU para liderar na América Latina um esforço para aprovação de leis pró aborto. No Mato Grosso do Sul, no dia 13 de setembro, a justiça mandou recolher de duas bancas 11 livros cristãos que tratam sobre o homossexualismo do ponto de vista bíblico. Sites e blogs estão sendo tirados do ar de vez em quando.

O voto deve ser inegociável, ético e livre. As igrejas batistas não se comprometem com candidatos, nem seus líderes pedem votos, mas orientam seus membros sobre o dever de, com sabedoria, escolher bem. No próximo domingo sua escolha significará muito para sua vida, sua família e sua liberdade. Por isso, antes de votar, descubra o que cada candidato pensa sobre estes assuntos.

E, lembre-se: votar bem é também uma forma de lutar por um Brasil mais feliz!

Pr. Cleber Montes Moreira



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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O VÍNCULO ENTRE O MEMBRO E A IGREJA

Tenho refletido bastante sobre o que determina o vínculo entre o membro e a igreja à que pertence, e percebo que a resposta não se baseia mais na convicção nem na fidelidade doutrinária. As pessoas já não escolhem pertencer a uma igreja por acreditar que a sua mensagem é fiel à Bíblia. A coerência entre a pregação e as Escrituras não é mais determinante na hora de se filiar a uma igreja ou denominação. Infelizmente este vínculo se estabelece por outros fatores e/ou interesses, como por exemplo: sensação de bem-estar, falso avivamento, louvor extravagante, entretenimento, púlpito “politicamente correto”, promessa de prosperidade, emocionismo, experiencialismo etc. Além disso há os que se tornam membros de igrejas por causa de vínculos pessoais de parentesco ou de amizade. É comum um rapaz ou moça se casar com alguém de outra fé e mudar de denominação. Há os que mudam de endereço e se filiam a igrejas de outra fé tão somente pela localização próxima de suas residências. A razão já não é a Bíblia, mas outros fatores que são colocados acima da fidelidade aos ensinos e valores do evangelho.

Por falta de conteúdo e base bíblica, muitos cultivam o pensamento de que as denominações evangélicas são todas iguais. “O importante é servir a Deus, não importa em que igreja”; “Deus está em todo lugar”. É o resultado da falência da identidade cristã. É o chamado “evangelho antropocêntrico”, ditando a conduta e as escolhas de membros itinerantes num universo sem fronteiras éticas e doutrinárias, em que princípios são negociáveis.

Em função da decadência espiritual, de princípio e de valores, as igrejas bíblicas estão sofrendo uma onda de evasão. As que não fazem do evangelho um comércio lucrativo, nem praticam o charlatanismo ou a falsa contextualização, tendem a perder membros para as que assim fazem. O próprio Jesus, cuja mensagem não era “politicamente correta”, mas que confrontava o ser humano com seu pecado e necessidade de arrependimento, foi abandonado por muitos ouvintes ainda inconversos.

Você já se perguntou sobre a razão pela qual é membro de sua igreja? Ou, Em que se baseia seu vínculo com sua igreja? Ou ainda, Por que sou batista?

É urgente resgatarmos o espírito dos crentes bereanos que se guiavam pela Palavra de Deus: “Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (Atos 17.11). Se você é membro de sua igreja porque entende que a mensagem por ela transmitida é fiel à Bíblia, parabéns, mas se não, precisa repensar as bases deste vínculo e a sua própria fé.


Pr. Cleber Montes Moreira, em 13 de agosto de 2010.



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sábado, 24 de julho de 2010

CLIPE PARA O CULTO DO AMIGO

Clipe para o Culto do Amigo, realizado em 25 de julho, no templo da Congregação Batista no bairro Pe. Humberto Lindelauf, Itaperuna-RJ.


segunda-feira, 5 de julho de 2010

DESEJO DE IVY

Recentemente o irmão Iran Lacerda, tesoureiro de nossa igreja, compartilhou comigo um bilhetinho muito interessante que encontrou no gazofilácio. Assinado por Ivy Rangel Ribeiro, de 10 anos, o bilhete traz uma sugestão bem interessante: “precisa ter mais batismos”. Confesso que fiquei encantado com a sugestão. Com simplicidade incomum aos adultos, a pequena Ivy conseguiu expressar o desejo de seu coraçãozinho, bem como tanger ao propósito da igreja neste mundo: ser instrumento de Deus para a propagação do evangelho.

Com certeza, se fizéssemos uma pesquisa de opinião para coletarmos ideias para o bom desempenho e crescimento da igreja, teríamos muitas sugestões, quem sabe, menos esta. Por certo alguns sugeririam algum plano arrojado de evangelização, alguma forma para dinamizar a EBD e os cultos semanais, alguma coisa sobre a música, marketing, trabalho com grupos específicos, gestão de igrejas etc. Mas, “ter mais batismos” é realmente surpreendente!

Aqui estou pensativo... O que precisamos para “ter mais batismos”? Como implementar a sugestão da querida Ivy?

No mercado temos vários livros, “cartilhas”, planos e modos de gestão de igrejas, verdadeiras receitas de bolo sobre “como fazer sua igreja crescer”. Muitos líderes fizeram de suas igrejas, nestes últimos anos, laboratórios para novos experimentos, causando divisões e traumas nas ovelhas. Alguns até quiseram reinventar a igreja. Infelizmente, hoje se associa crescimento a quantidade de membros, sem levar em conta a saúde espiritual e a experiência de conversão. Temos pelas igrejas afora mais gente acostumada com o evangelho, com a liturgia, com as “ofertas” de um evangelho fácil, que propriamente convertidas.

Com certeza “ter mais batismos” trata-se de uma expectativa diferente, de crescimento saudável, da consequência de vidas salvas pela aceitação da salvação e senhorio de Jesus Cristo.

Encanta-me o crescimento da Igreja em Atos, que não tinha uma organização tão complexa como as igrejas de hoje, e que, sem contar com métodos tão bem elaborados para seu crescimento, expandia-se natural e rapidamente, mesmo em meio a perseguições: “Assim, pois, as igrejas em toda a Judeia, e Galileia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo” (Atos 9.31). Qual era o segredo? Crentes autênticos viviam um evangelho autêntico. Era um modo de vida simples, mas de testemunho eficaz. A igreja não era um clube para entretenimento, mas uma comunidade que permanecia unida no amor, em comunhão e firmada na sã doutrina. É encantador o relato de Atos 2: 42-47: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.” A consequência deste viver está no verso 47, “E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.”

Considerando que a ênfase dos batistas brasileiros para este ano é a evangelização pessoal, temos uma ótima oportunidade para atendermos o desejo de Ivy, bem como alegrarmos o coração de Jesus. Se cada crente viver o evangelho na sua simplicidade, na unidade do corpo de Cristo, firmado no terreno sólido da Palavra de Deus, como sal e luz fazendo a diferença no mundo, a consequência será, sem dúvidas, “mais batismos”.

Para ajudar os irmãos, o Departamento de Evangelismo disponibiliza estudos sob medida para a evangelização pessoal e realização de Células nos lares. Os interessados devem entrar em contato com o pastor Cleber ou Secretaria da PIBI.

Pr. Cleber Montes Moreira, em 28 de junho de 2010.



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quarta-feira, 2 de junho de 2010

A FAMÍLIA E AS INFLUÊNCIAS MALÉFICAS DA MÍDIA ÍMPIA

Pr. Cleber Montes Moreira
 

Segundo matéria publicada na Folha Online, no dia 21 de maio, em Passione, a nova novela da Globo, Estela, interpretada por Maitê Proença, trairá o marido 9 vezes em 23 capítulos. A informação foi dada pela própria atriz que, ao comentar sobre sua personagem, disse: “É tudo muito objetivo: sexo. Ela olha, mostra que quer, os homens veem. Não tem frufru, charminho nem trejeito. Mas isso sem ser vulgar”.

Estas informações demonstram que a Globo continua com sua política suja de incentivo ao declínio da família. Adultérios, vulgarização do sexo, promoção do aborto, incentivo ao sexo na adolescência, às relações homossexuais, às traições e todo o tipo de imoralidade.... São cenas que todos os dias inundam lares de brasileiros atacando as famílias, deturpando os valores, forçando conceitos contrários à Palavra de Deus e aos bons princípios. Destaco o beijo gay no último BBB e o testemunho de um homossexual após um dos capítulos de Viver a Vida. Não faz muito tempo que durante 10 dias consecutivos o Jornal Hoje promoveu o PLC 122, Projeto de Lei anti-homofobia, que visa tornar o homossexual numa “espécie” de ser superior e inatingível, amordaçar a Igreja, violar a liberdade de expressão e tornar conceitos em “preconceitos”. Em entrevista ao Programa do Jô de 23 de abril, Luiz Mott, considerado o líder máximo do movimento homossexual do Brasil, esculachou a família, tentou desmoralizar a Bíblia e zombou dos heterossexuais. Está claro: A Globo é contra a família! Mas, não é a única. A TV Record, por exemplo, já patrocinou campanha pró aborto.

No início de 2009, a BBC divulgou em seu site uma pesquisa encomendada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que demonstra uma ligação entre as novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas. Segundo os autores do estudo, Alberto Chong e Eliana La Ferrara, “a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram aumenta significativamente depois que o sinal da Globo se torna disponível” nas cidades do país. As novelas também teriam impacto na diminuição da taxa de natalidade e outros índices.

É mais que perceptível a influência da mídia: ela dita moda, vende produtos e ideias, interfere na cultura e na política, (de)forma opinião e “consciência”. Tudo isso sob o disfarce de levar informação, cultura e entretenimento ao povo. Falo isso sem generalizar, pois quem é mais atento, pode muito bem escolher melhor o canal ou programa a que assistir. Há sempre alguma opção mais inteligente. No caso da família cristã, pelo seu conhecimento das Escrituras, pelo temor a Deus, pelo bom senso, pelo bem estar dos filhos, por sua edificação, o controle remoto deve sempre ser usado com sabedoria.

Os cristãos, principalmente, devem proteger suas famílias das influências maléficas da mídia ímpia, que quer impor a todo custo o padrão desta geração perversa e corrompida. Isto não significa viver alienado, mas sabiamente, fazer a opção pelo que edifica e não pelo que destrói.

Em 01 de junho de 2010.



sexta-feira, 26 de março de 2010

O SER CRISTÃO

O ser cristão
é ser diferente...
é ser,
de corpo e mente renovado,
ser aprovado
num mundo reprovado.

O ser cristão
é ser diferente...
é ser
que goza a unção da paz,
que traz aos corações
a bonança que a alma satisfaz.

O ser cristão
é ser diferente...
é ser
de coração amoroso,
piedoso para com o carente;
é ser fervoroso,
sempre, nas ações!

O ser cristão
é ser diferente...
não esquisito
nem ultrapassado,
é novo,
autêntico modelo,
exemplo encarnado de Cristo:
Imaculado Cordeiro.

O ser cristão
é ser manso...
Calmo, tranquilo e sereno,
é ser que aguarda
o acalanto do descanso no céu,
onde será ser pleno!


Pr. Cleber Montes Moreira

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POR AMOR...



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INDIFERENÇA



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POR TI DAREI MINHA VIDA



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SE EU CHORASSE POR MISSÕES...

Ah! Se eu chorasse por missões...
Iria ver que bem perto
e não muito longe,
que no meio das grandes civilizações
como nos “desertos” sertões
há milhares de incertos corações
que levam a um deus as suas petições.

Ah! Se eu chorasse por missões...
Então eu oraria;
pediria a Deus por mais obreiros
que anunciassem com divina ousadia
e, fizessem ver como em espelhos
a imagem de Cristo neles refletida.


Ah! Se eu chorasse por missões...
É certo que contribuiria com amor;
falaria do Salvador que me amou,
sustentando o herói missionário
- ceifeiro da seara do Senhor.

Ah! Se eu chorasse por missões...
Sem dúvidas que proclamaria
o evangelho que opera em corações;
o poder que transforma a alma perdida,
fazendo renascer a vida em milhões.

Ah! Se eu chorasse por missões...
Eu de todo me entregaria;
seria, então, um missionário,
aqui, ou ali, pregando a eterna vida.

Ah! Se eu chorasse por missões...
Como choram os missionários eu choraria,
em ver tantas almas sem Jesus Cristo,
e, por missões, entregaria a própria vida!


Pr. Cleber Montes Moreira
Publicado no livro “Entrega e Consagração”, UFMBB, 1999.

O CULTO

“Alegrei-me quando me disseram:
Vamos à Casa do Senhor.”
Lá, onde todos expressam
por Sua glória o louvor.

Crianças, jovens e adultos,
venham, prestemos culto,
ao Deus que a sábios ou incultos
quis revelar a ciência em oculto.

Alegremo-nos no maravilhoso lar,
quando em família reunidos
para juntos a Ele adorar
em comunhão com os remidos.

Louvor e adoração,
consagração de vidas,
preces acolhidas...
Bênçãos imerecidas!

Vamos, cantar o canto novo,
assim como os anjos e querubins,
como há tantos que já sem pranto
cantam o canto dos serafins.

Louvemos, com louvor perfeito;
melodia do coração, lá do peito,
que surge da alma em seu anseio
para ser canção do Seu deleito.

Pr. Cleber Montes Moreira

AMOR

Amor, só quem sente é que sabe:
com palavras não se pode dizer.
Está na alma, no coração que bate;
é motivo que faz a gente viver.

Uma palavra que fascina...
Tão forte, mas tão pequenina para expressar
tudo aquilo que alguém sinta;
tudo o que significa o ato de amar.

É elo que de dois um faz,
e torna gêmea duas almas.
É o fruto que a paz traz;
é o gozo da eterna calma.

Quem ama não contenta em falar,
do que os lábios dizem vai além,
e procura com a prática demonstrar
todo o bem que quer pra alguém.

Pr. Cleber Montes Moreira

NOVO RUMO

Brasil,
hoje é seu dia.
Sorria!
Viva e euforia
do povo que venceu a luta pela democracia.

Brasil,
deixe agora a sua agonia,
caminhe rumo a bem-aventurança;
mostre que é “nação que em Deus confia”,
receba a tua bênção
entrega ao Senhor a tua direção.

Faça brilhar o seu verde-esperança,
espere em Cristo com total confiança;
os desígnios que seus filhos reclamam
somente em Jesus é que se alcança.

Chega de perversidade!
Chega de corrupção!
Seu povo não quer “meias verdades”,
todos anseiam por solução.

Demonstre a sua força,
erga-te de seu “berço esplêndido”;
receba do evangelho a luz,
corra rumo ao desenvolvimento.

Chega de falso colorido!
Retoma à noção do bom sentido,
confie ao Soberano o seu destino.


Pr. Cleber Montes Moreira
Por ocasião da renúncia do ex-presidente Fernando Collor de Mello.

A BUSCA

Há tantos que querem a felicidade,
e por ela procuram pelos caminhos:
batem às portas em debalde ansiedade
e, por fim, terminam sozinhos.

Almas oprimidas e angustiadas
sem o amor de Cristo e sua luz;
andam como ovelhas solitárias, desgarradas,
procurando a solução longe da cruz.

Na falsa religião buscam a paz que esvai,
em procissão caminham pegando a promessa;
elevam a um deus o seus gritos de “aí”
e reverenciam as imagens em fé obsessa.

Outros querem no vício a alegria,
mas na escravidão a alma não se sacia;
pois sem Cristo a vida é inútil e vazia,
e só é feliz quem em Jesus já confia!


Pr. Cleber Montes Moreira

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Amar é trair, segundo novela global "Viver a Vida" diz Revista "Isto é"

A novela do horário nobre da Rede Globo é um elogio à infidelidade e quer fazer crer que a sociedade endossa a traição. Nela a mola do dia a dia é trair. Amar é trair. O certo é trair. O que está em jogo na crítica ao festival de traições de “Viver a Vida” não são posições moralistas, mas, isso sim, o elogio à perversidade.

Está longe de ser a regra, mas pode acontecer de um médico apaixonar-se por uma paciente. Então, de duas, uma: ou ele se centra em sua condição de especialista e técnico, respeita a ética profissional e tira a moça da cabeça, ou a encaminha a algum colega para seguir com o tratamento. Esse é o procedimento recomendado pela Organização Mundial da Saúde e exigido pelo Conselho Federal de Medicina no País. Mais raro ainda é médico e paciente descobrirem sentimentos amorosos concomitantes e recíprocos, embora haja um ou outro caso que virou notícia, deu em casamento e o casal foi viver a vida – a vida real.

Mas há outro “Viver a Vida”, esse na televisão e no horário nobre, que está na novela da Rede Globo escrita por Manoel Carlos. Nela, a mola do dia a dia é trair. Amar é trair. O certo é trair. E o affair entre médico e paciente se torna mais esquisito e leviano porque alimenta não um triângulo amoroso próprio dos folhetins, mas, isso sim, um polígono de traições que o novelista, aos 77 anos, decidiu impor ao telespectador. Só há libido na trama se houver traição. Em “Viver a Vida”, o termômetro desse conturbado universo do desejo bate nos 40 graus do absurdo quando estão na tela a personagem Luciana, uma cadeirante interpretada por Alinne Moraes, e o personagem doutor Miguel, papel desempenhado pelo ator Mateus Solano – além do médico, ele também interpreta na novela o seu irmão gêmeo, o arquiteto Jorge.

Não bastasse a escorregada do doutor no campo da ética profissional, quis Manoel Carlos, ainda, que os dois personagens fossem comprometidos com outros parceiros. Ou seja: Miguel trai uma personagem que sofre de bulimia alcoólica e Luciana trai o próprio irmão de Miguel. Deu? Tem mais. Mais traição e mais medicina. A médica Ariane (interpretada por Christine Fernandes) está apaixonada pelo marido de uma paciente com câncer.

O que está em jogo na crítica ao festival de traições de “Viver a Vida” não são posições moralistas, mas, isso sim, o elogio à perversidade. Ainda que se force a barra e se reconheça na doente um sentimento de extremo altruísmo nos momentos em que ela incentiva o marido a se atirar nos braços da médica, tanto ela, médica, quanto ele, marido, portam-se de forma essencialmente egoísta – na verdade, os três vivem um perverso jogo de sentimentos ambíguos e projetados, característicos da traição. Fica claro, por exemplo, que os “pombinhos-corvinhos” estão somente à espera do falecimento da enferma para dividir a cama. A dela. Entre outros personagens, essa espera inexiste: o protagonista Marcos (José Mayer) está traindo Helena (Taís Araújo) com a própria amiga dela, Dora (Giovanna Antonelli), que é hóspede na casa dos dois. Dora, por sua vez, engana o namorado, Maradona – tanto que está grávida e não sabe quem é o pai. A ode à traição e confusão não para aí: Helena também trai o marido com o personagem Bruno (Thiago Lacerda). Mais uma vez, deu? Tem mais: o advogado Gustavo (Marcello Airoldi) passa para trás a sua mulher, Betina (Letícia Spiller), saindo com a prima dela, a jornalista Malu (Camila Morgado). Esses casos, somados a outros tantos de infidelidade, talvez deixassem envergonhados os dramaturgos William Shakespeare de “Hamlet” e Nelson Rodrigues de “Perdoa-me por me traíres”.

Há, porém, um oceano a separá-los de Maneco, carinhoso apelido dado ao novelista: eles jamais chegaram nem chegariam a tal ponto de banalidade. Na novela, trair e ser traído é o ato mais normal do mundo e ela pressupõe que a sociedade adote o adultério como padrão regular de comportamento. Com certeza, “Viver a Vida” traiu a si mesma: os índices do Ibope despencam. É a pior audiência do horário nos últimos dez anos (média de 34,7 pontos na Grande São Paulo). A professora de dramaturgia da Universidade de São Paulo Renata Pallottini acredita que o excesso de relações extraconjugais afaste mesmo o público: “Pode ser que uma boa parte da audiência esteja reagindo a essas manifestações de leviandade.” Manoel Carlos garante que “esse tipo de comportamento é bem mais comum do que pode parecer”.

Estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostra que 60% dos homens e 47% das mulheres se confessam infiéis. A julgar pela inconstância dos personagens de Maneco, no entanto, ele deve crer que esses índices são bem maiores: em pouco mais de 120 capítulos, o novelista pôs na tela 13 casos de infidelidade. Para a psicóloga carioca Ana Maria Fonseca Zampieri, a novela está “descortinando a questão da infidelidade e mexendo com a família porque traição é um tema tabu”. Ela adverte, no entanto, para o risco das generalizações: “Muitos homens e mulheres morrem fiéis.”

Em “Viver a Vida”, esses homens e mulheres leais são espécie em extinção. Na trama existe até uma defensora da prática do adultério: a personagem Alice (Maria Luisa Mendonça), que dá força ao romance de Helena e seduziu o namorado da filha de uma amiga. Taís Araújo, que faz Helena, defende a sua personagem: “Ela se encantou por Bruno porque esse homem representa tudo o que uma mulher pode perder em seu casamento: a liberdade e o direito de trabalhar.” Só que Helena não sabe que Bruno é filho de seu marido com outra mulher. Resta saber como reagirá quando descobrir isso. Traidoras e traidores gostam de trair, mas será que gostam igualmente de se verem traídos? Os gregos, sobretudo em “Medeia” (Eurípides, século V a.C.), trataram de forma genial – e definitiva – a dramaticidade dessa questão-limite e não achavam que viver a vida fosse ludibriar a confiança alheia.

Por Antonio Carlos Prado

Fonte: Revista Isto É – Edição 2101

Fonte: http://www.folhagospel.com/htdocs/modules/news/article.php?storyid=13017

http://www.vigiai.net/news.php?readmore=1208

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

INICIAMOS BEM O ANO DO EVANGELISMO

Iniciamos muito bem este ano cuja ênfase denominacional é o evangelismo. Nosso primeiro impacto aconteceu nestes dias 14 a 17 de janeiro, quando recebemos os irmãos coreanos da Igreja Missionária Oriental do Rio de Janeiro. Foram dias maravilhosos estes quando o evangelho de Jesus Cristo foi anunciado de forma muito especial.


Na Congregação no bairro do Castelo foi realizada uma EBF com a participação de muitas crianças. É interessante destacar que as crianças convidadas tiveram um comportamento diferente e especial, com certeza pela forma de realizar o trabalho de nossos irmãos orientais. Os pequeninos aprenderam muitas canções novas, ouviram a mensagem do amor de Deus adaptadas à sua condição de aprendizado, assistiram a filmes, brincaram, receberam lanches e presentes. Com certeza uma obra maravilhosa foi realizada nestes coraçõezinhos durante estes dias.


No campo da Congregação no bairro Pe. Humberto Lindelauf foram realizadas visitas em várias casas e também divulgação do trabalho pelas ruas. Debaixo de muito sol e calor nossos irmãos coreanos, juntamente com alguns de nossa Congregação, levaram convites e a Palavra de Deus a pessoas que, ao meu ver, estavam ávidas por uma palavra de amor e conforto. Nos deparamos com situações diversas, de gente carente, sofrida, ansiosa... Chamou-me a atenção o sentimento de amor de nossos irmãos que, literalmente choraram com as situações que encontraram. Destaco o caso de uma residência em que encontramos uma criancinha de 9 meses com hidrocefalia, cuja mãe passa por grande sofrimento. Lá nossos irmãos oraram e derramaram lágrimas, bem como levaram, por meio da Palavra de Deus, conforto e esperança àquela mãe. Em outra residência encontramos uma senhora com problemas de saúde em decorrência de um acidente doméstico, quando um tipo de ácido foi derramado sobre seu corpo. Ali também nossos irmãos coreanos demonstraram seu amor, oraram pedindo a Deus ajuda para aquela senhora, distribuíram convites e calendários com textos bíblicos. À noite, durante os cultos na sede da Congregação, vários dos que visitamos e encontramos pelas ruas estiveram presentes. Muitos dos visitantes, creio, estiveram ali pela primeira vez. A semente foi plantada, oremos a Deus para que ela germine, cresça e frutifique.


Na convivência com os irmãos, cuja cultura é bem diferente da nossa, pude perceber alguns aspectos que precisamos exercitar: (1)demonstração efetiva de amor pelos perdidos. Sem isso a igreja não realiza um evangelismo eficaz; (2)disciplina e resolução. Nossos irmãos foram sempre pontuais e realizaram suas tarefas com dedicação e determinação; (3)as crianças sempre agiram com docilidade, agrado e palavrinhas mágicas na ponta da língua. Fiquei pensando que precisamos investir mais na formação de nossos pequeninos; (4)os irmãos coreanos sempre proferiam um “obrigado”, seja em português ou no idioma coreano, por ocasião do café da manhã, do almoço, jantar e em outros momentos.


Não poderia deixar de agradecer aos irmãos que colaboraram para o êxito deste trabalho. Destaco aqueles que trabalharam na cozinha, com amor e dedicação, dando suporte aos que saíam no calor e sol para pregar o evangelho. Sem essa equipe maravilhosa o trabalho não alcançaria resultados tão importantes. Também registro o trabalho que as irmãs e irmãos da Congregação no Castelo, junto aos funcionários da Creche Clamor, realizaram. Não poderia me esquecer daqueles que, somando-se aos irmãos coreanos, agendaram visitas, deixaram suas tarefas seculares e saíram às ruas para realizar o trabalho. Também foi importante a presença daqueles que estiveram na sede da PIBI, ajudando e dando atenção aos nossos visitantes orientais. Que Deus abençoe a todos, para que tenhamos uma igreja de visão evangelística aguçada, crentes dedicados e sempre voluntários para que a Obra de nosso Senhor seja realizada com alegria e gere frutos que glorifiquem a Deus.


Pr. Cleber Montes Moreira

Evangelismo da PIBI.

Fonte: www.pibi.com.br